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Caminhando em frente

Existem dias que estamos diferentes. Em um processo intimista nos sentimos para baixo, tudo a nossa volta é motivo para tristeza, é como se não existisse o sol, mas apenas nuvens escuras, uma melancolia invade-nos o ser, a dor do pessimismo toma conta de nós. O que fazer?
Duas opções: A primeira permanecer na sintonia negativa e nos sentirmos os coitadinhos, aguardando a dor da tristeza passar e o sol voltar, isso às vezes pode demorar. A outra opção é buscar outras paisagens mentais, lembrando-se de momentos alegres da vida, por exemplo, da infância quando a nossa ingenuidade torna tudo muito doce. À medida que estas doces lembranças forem surgindo em nossa mente, podemos alimentá-las e aos poucos estas imagens vão fazendo morada em nosso coração.
Entre todos os animais, o homem é o único que tem o pensamento constante, ou seja, jamais deixa de pensar. Então, não é possível brigar com um pensamento, nem negá-lo, é possível sim, substituí-lo por outro, usando para isso, a nossa vontade.
O Filosofo Platão afirma que: “a verdadeira realidade é a realidade do mundo das ideias e não o mundo das formas”. Sigmund Freud, o eminente pai da Psicanálise, afirma que “a verdadeira realidade é a Realidade Psíquica”, logo o que penso, sinto e o que sinto é real. Allan Kardec na questão 809 de o Livro dos Espíritos interroga os seres imortais: “Existe arrastamento irresistível?”
A resposta dos Espíritos é a seguinte: “Arrastamento sim, irresistível não. Para isso basta contar com esforços insignificantes. Ah quão pouco esforços vós fazeis, pois querer é poder”.
O Espírito André Luiz nos informa a respeito da “casa mental”. Joana de Angelis nos diz: “não permitas que o pessimismo e a tristeza faça morada em vosso coração”.
No Evangelho, Jesus afirma: “pecastes em pensamento”. Viver triste é pecar em pensamento. Por isso vivamos a vida com alegria, lembremos que o tempero da nossa existência quem adiciona somos nós mesmos.  Por isso ria da vida, mesmo que ela se apresente melancólica para você.
Construímos a vida que queremos para nós mesmos e esta construção tem suas bases no pensamento. Tenha alegria, mesmo “Por Entre as Dores”

Fonte: Aloisio Carlos Silva